sexta-feira, 25 de junho de 2010

Admissão em Mamanguape-Pb



Neste domingo, dia 13 de Junho dedicado a Santo Antônio, foram admitidos novos 04 coroinhas na Paróquia de São Pedro e São Paulo em Mamanguape. A Santa Missa foi presidida pelo vigário paroquial (Pe Antônio Junior) devido a viagem do Pároco (Pe José de Anchieta) à Roma. O Diácono permanente Carlos Pontes também se fez presente nesta belíssima cerimônia juntamente com alguns Ministros Extraordinários da Comunhão, os demais acólitos e coroinhas. O ritual de admissão da paróquia foi escrito pelo acólito Robson Nunes (Coordenador Geral e Cerimoniário). O rito foi escrito tomando por base o ritual de admissão da Pastoral dos Coroinhas da Diocese de Santa Cruz do Sul e estará disponível brevemente aqui no blog. O grupo de coroinhas desta paróquia tem passado por um longo inverno, por uma dura escassez de servos. Mas agora, pela graça do Espírito, parece que começa a desabrochar as primeiras flores do jardim deste presbitério. O grupo começa a se organizar e a aumentar, saboreando pouco a pouco a graça da partilha, da humildade, do Amor. Neste mesmo Domingo foi dado o título de Vice-Coordenador ao acólito Reginaldo Pereira Oliveira e o título de Tesoureiro ao acólito Vanildo Pedro Cavalcante Wanderley. Só podemos agradecer a Deus pelas coisas que fez, faz e irá fazer por este grupo. Que o Espírito fortaleça estes novos 04 coroinhas e lhes dê a graça da perseverança. Sejam Bem-vindos!
Neo-Coroinhas:


Camila Meireles Marques

Larissa Leandro Lima da Silva

Maria Heloiza da Silva Chaves

Ronald Matheus Silva de Lima

Chamada dos Candidatos




Abaixo
 Matheus, Larissa, Camila e Heloiza



terça-feira, 22 de junho de 2010

1ª Missa em Mamanguape-Pb


A postagem veio meio atrasada mas veio.


No dia 19 de Março deste ano, na Basílica Catedral de Nsª Srª das Neves, foi ordenado Sacerdote do Deus Altíssimo Luiz José Bezerra. Filho da Terra teve sua primeira missa no dia seguinte na Matriz de São Pedro e São Paulo em Mamanguape-Pb. Uma belíssima Cerimônia foi preparada pelos seus amigos e irmãos do SAPIC. Na Celebração estavam presentes vários Sacerdotes, dentre eles o pároco Pe José de Anchieta e o novo vigário Pe Antônio Jr e o Pe Alberto Cruz, ex-pároco de Jacaraú e atual Vice-Reitor do SAPIC. O Diácono Permanente Carlos Pontes esteve ao lado dos sacerdotes cumprindo seu ofício. Três seminaristas foram os cerimoniários. E tivemos a ilustríssima honra de receber 10 Acólitos e Coroinhas da Paróquia Imaculada Conceição de Jacaraú. Dentre eles a Coordenadora Geral Mayara de Fátima Soares e a Vice-Coordenadora Michele Feitosa de Sousa. Três acólitos de nossa paróquia também participaram da celebração. A celebração teve cobertura da equipe Daniel Produções. E no ultimo Domingo, 20 de Junho, pela manhã, o Pe Luiz tomou posse como Pároco da paróquia Santa Teresinha no Jardim Aeroporto em Lucena-PB. Desejamos que o Pe Luiz seja fiel em seu dever de Sacerdote do Altíssimo. Assim seja!




sexta-feira, 23 de abril de 2010

As 7 excelências da batina


Eis aqui um texto do Padre Jaime Tovar Patrón:

Esta breve coleção de textos nos recorda a importância do uniforme sacerdotal, a batina ou hábito talar. Valha outro tanto para o hábito religioso próprio das ordens e congregações. Em um mundo secularizado, da parte dos consagrados não há melhor testemunho cristão que a vestimenta sagrada nos sacerdotes e religiosos.

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1ª RECORDAÇÃO CONSTANTE DO SACERDOTE

Certamente que, uma vez recebida a ordem sacerdotal, não se esquece facilmente. Porém um lembrete nunca faz mal: algo visível, um símbolo constante, um despertador sem ruído, um sinal ou bandeira. O que vai à paisana é um entre muitos, o que vai de batina, não. É um sacerdote e ele é o primeiro persuadido. Não pode permanecer neutro, o traje o denuncia. Ou se faz um mártir ou um traidor, se chega a tal ocasião. O que não pode é ficar no anonimato, como um qualquer. E logo quando tanto se fala de compromisso! Não há compromisso quando exteriormente nada diz do que se é. Quando se despreza o uniforme, se despreza a categoria ou classe que este representa.

2ª PRESENÇA DO SOBRENATURAL NO MUNDO

Não resta dúvida de que os símbolos nos rodeiam por todas as partes: sinais, bandeiras, insígnias, uniformes… Um dos que mais influencia é o uniforme. Um policial, um guardião, é necessário que atue, detenha, dê multas, etc. Sua simples presença influi nos demais: conforta, dá segurança, irrita ou deixa nervoso, segundo sejam as intenções e conduta dos cidadãos.
Uma batina sempre suscita algo nos que nos rodeiam. Desperta o sentido do sobrenatural. Não faz falta pregar, nem sequer abrir os lábios. Ao que está de bem com Deus dá ânimo, ao que tem a consciência pesada avisa, ao que vive longe de Deus produz arrependimento.

As relações da alma com Deus não são exclusivas do templo. Muita, muitíssima gente não pisa na Igreja. Para estas pessoas, que melhor maneira de lhes levar a mensagem de Cristo do que deixar-lhes ver um sacerdote consagrado vestindo sua batina? Os fiéis tem lamentado a dessacralização e seus devastadores efeitos. Os modernistas clamam contra o suposto triunfalismo, tiram os hábitos, rechaçam a coroa pontifícia, as tradições de sempre e depois se queixam de seminários vazios; de falta de vocações. Apagam o fogo e se queixam de frio. Não há dúvidas: o “desbatinamento” ou “desembatinação” leva à dessacralização.

3ª É DE GRANDE UTILIDADE PARA OS FIÉIS

O sacerdote o é não só quando está no templo administrando os sacramentos, mas nas vinte e quatro horas do dia. O sacerdócio não é uma profissão, com um horário marcado; é uma vida, uma entrega total e sem reservas a Deus. O povo de Deus tem direito a que o auxilie o sacerdote. Isto se facilita se podem reconhecer o sacerdote entre as demais pessoas, se este leva um sinal externo. Aquele que deseja trabalhar como sacerdote de Cristo deve poder ser identificado como tal para o benefício dos fiéis e melhor desempenho de sua missão.

4ª SERVE PARA PRESERVAR DE MUITOS PERIGOS

A quantas coisas se atreveriam os clérigos e religiosos se não fosse pelo hábito! Esta advertência, que era somente teórica quando a escrevia o exemplar religioso Pe. Eduardo F. Regatillo, S.I., é hoje uma terrível realidade.
Primeiro, foram coisas de pouca monta: entrar em bares, lugares de recreio, diversão, conviver com os seculares, porém pouco a pouco se tem ido cada vez a mais.
Os modernistas querem nos fazer crer que a batina é um obstáculo para que a mensagem de Cristo entre no mundo. Porém, suprimindo-a, desapareceram as credenciais e a mesma mensagem. De tal modo, que já muitos pensam que o primeiro que se deve salvar é o mesmo sacerdote que se despojou da batina supostamente para salvar os outros.

Deve-se reconhecer que a batina fortalece a vocação e diminui as ocasiões de pecar para aquele que a veste e para os que o rodeiam. Dos milhares que abandonaram o sacerdócio depois do Concílio Vaticano II, praticamente nenhum abandonou a batina no dia anterior ao de ir embora: tinham-no feito muito antes.

5ª AJUDA DESINTERESSADA AOS DEMAIS

O povo cristão vê no sacerdote o homem de Deus, que não busca seu bem particular se não o de seus paroquianos. O povo escancara as portas do coração para escutar o padre que é o mesmo para o pobre e para o poderoso. As portas das repartições, dos departamentos, dos escritórios, por mais altas que sejam, se abrem diante das batinas e dos hábitos religiosos. Quem nega a uma monja o pão que pede para seus pobres ou idosos? Tudo isto está tradicionalmente ligado a alguns hábitos. Este prestígio da batina se tem acumulado à base de tempo, de sacrifícios, de abnegação. E agora, se desprendem dela como se se tratasse de um estorvo?

6ª IMPÕE A MODERAÇÃO NO VESTIR

A Igreja preservou sempre seus sacerdotes do vício de aparentar mais do que se é e da ostentação dando-lhes um hábito singelo em que não cabem os luxos. A batina é de uma peça (desde o pescoço até os pés), de uma cor (preta) e de uma forma (saco). Os arminhos e ornamentos ricos se deixam para o templo, pois essas distinções não adornam a pessoa se não o ministro de Deus para que dê realce às cerimônias sagradas da Igreja.

Porém, vestindo-se à paisana, a vaidade persegue o sacerdote como a qualquer mortal: as marcas, qualidades do pano, dos tecidos, cores, etc. Já não está todo coberto e justificado pelo humilde hábito religioso. Ao se colocar no nível do mundo, este o sacudirá, à mercê de seus gostos e caprichos. Haverá de ir com a moda e sua voz já não se deixará ouvir como a do que clamava no deserto coberto pela veste do profeta vestido com pêlos de camelo.

7ª EXEMPLO DE OBEDIÊNCIA AO ESPÍRITO E LEGISLAÇÃO

Como alguém que tem parte no Santo Sacerdócio de Cristo, o sacerdote deve ser exemplo da humildade, da obediência e da abnegação do Salvador. A batina o ajuda a praticar a pobreza, a humildade no vestiário, a obediência à disciplina da Igreja e o desprezo das coisas do mundo. Vestindo a batina, dificilmente se esquecerá o sacerdote de seu importante papel e sua missão sagrada ou confundirá seu traje e sua vida com a do mundo.

Estas sete excelências da batina poderão ser aumentadas com outras que venham à tua mente, leitor. Porém, sejam quais forem, a batina sempre será o símbolo inconfundível do sacerdócio, porque assim a Igreja, em sua imensa sabedoria, o dispôs e têm dado maravilhosos frutos através dos séculos.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Incensação





. No rito de Paulo VI permite-se o uso de incenso em todas as missas, sempre que convier pastoralmente. Em algumas circunstâncias seu uso é obrigatório:


  •  Missa Estacional do Bispo
  • Dedicação de Igreja e Altar
  • Confecção do Santo Crisma
  • Quando se transportam os santos óleos
  •  No transporte dos Santos Óleos
  • Na exposição solene do Santíssimo Sacramento

        Via de regra, deve-se usar também o incenso:
  • Apresentação do Senhor
  • Domingo de Ramos
  • Missa da Ceia do Senhor
  • Vigília Pascal
  • Solenidade do Corpo e Sangue de Cristo
  • Solene Transladação das relíquias

  • Em geral, procissões que se fazem com solenidade



"Suba a minha prece como incenso à tua presença, minhas mãos erguidas como oferta vespertina" Sl 140,2



Preparação
Para o uso de inceso prepare-se turíbulo, naveta e incenso. O turíbulo tem quatro correntes, três que sustentam onde estão as brasas e uma a tampa. Deve ser segurado da com a mão esquerda na parte superior (para maior comodidade pode-se usar o médio na argola superior e o mínimo na inferior) e com a mão direita as correntes todas juntas próximas à parte inferior.
A naveta deve conter uma pequena colher e incenso suficiente para a celebração, este deve ser puro, de suave odor, ou se com outra substância, cuide-se que seja muito superior sua parcela.









Bênção do Incenso

O turiferário e o naveteiro se aproximam do sacerdote. Este se estiver junto do assento, senta-se, se não põe de pé. Ele lança por três vezes incenso no turíbulo pegando-o com a colher da naveta. Em seguida, abençoa-o com o sinal da cruz sem nada dizer.


Maneiras de Incensar

No rito romano, a maneira da incensação possui algumas regras práticas e poucas, mas que merecem ser respeitadas. Primeiramente, quando se incensa faz-se reverência antes e depois da incensação, menos ao altar e às oblatas. Quem é incensado também faz reverência profunda.
Com três ductos do turíbulo incensa-se: "o Santíssimo Sacramento, as relíquias da santa Cruz e as imagens do Senhor expostas à veneração pública, as oblatas para o sacrifício da Missa, a cruz do altar, o Evangeliário, o círio pascal, o sacerdote e o povo.
Com dois ductos incensam-se as relíquias e imagens dos Santos expostas à veneração pública, e só no início da celebração, quando se incensa o altar." Lembremo-nos que as imagens de Nossa Senhora e outro Santo que contenham a imagem de Jesus Menino são incensadas com três ductos.
Um uso comum, mormente quando se usa casula gótica (com mangas amplas) é que o diácono, o cerimoniário ou um acólito segure a casula, evitando que ela se queime. A maneira mais prática e funcional é segurar a parte da frente puxando-a levemente para trás. De modo que não deforme a casula. O santíssimo sacramento é incensado de joelhos.

Uso dentro da Missa
Usa-se nas seguintes partes da Missa:


    • durante a procissão de entrada;
    • no princípio da Missa, para incensar a cruz e o altar;
    • na procissão e proclamação do Evangelho;
    • depois de colocados o pão e o cálice sobre o altar, para incensar as oblatas, a cruz, o altar, o sacerdote e o povo;  

    a)

  • e) à ostentação da hóstia e do cálice, depois da consagração.
Além das demais procissões e ocasiões que as rubricas próprias do rito exijam. Não se deve usar incenso em apenas uma destas partes, salvo rito especial como dedicação de igrejas.

a,b)Antes da missa, o sacerdote impõe incenso no turíbulo e o abençoa. Em seguida, na procissão de entrada o turiferário vai acompanhado do naveteiro à frente da cruz. O naveteiro sempre à direita e um pouco atrás. Chegando ao altar, sobem sem fazer reverência profunda e esperam que o sacerdote revencie o altar e o beije. Coloca-se incenso novamente, se for necessário. Incensa-se o altar, a cruz, as imagens dos santos expostos à veneração pública e as relíquias.

c)Durante a Aclamação os acólitos se aproximam do sacerdote que permanece sentado. Ajoelham-se para a bênção do incenso. Levantando-se afastam-se dele e aguardam até que o sacerdote ou o diácono peça a bênção para proclamar o evangelho. dirigem-se processionalmente até o ambão. Chegando, lê-se o evangelho; após dizer "O senhor esteja convosco" e "Proclamação..." o sacerdote (ou o diácono) incensa o livro ao centro, à esquerda e à direita. Devolve o turíbulo para o turiferário. que aguarda a leitura do evangelho (a menos que a fumaça atrapalhe aquele que lê o evangelho) Então saem turiferário, ceroferários e naveiteiro pelo caminho mais curto após a leitura do evangelho. O diácono, se for o caso, leva o livro ao celebrante só ou acompanhado pelo cerimoniário.

d)Após o sacerdote rezar "De coração contrito e humilde...". Os acólitos aproximam-se dele, este abençoa o incenso. Em seguida incensa as oblatas, a cruz, o altar; não porém relíquias ou imagens.
Uma das principais mudanças do Concílio Vaticano II foi a exigência, sempre que possível, do altar separado da parece para permitir, entre outras coisa a incensação completa do mesmo. Assim a incensação do altar faz-se com simples ictus do seguinte modo:
"a) se o altar está separado da parede, o sacerdote incensa-o em toda a volta;
b) se o altar não está separado da parede, o sacerdote incensa-o primeiro do lado direito e depois do lado esquerdo."
Durante o ofertório, na Missa, junta-se à incensação do altar, à das oblatas e da cruz da seguinte forma:
"Se a cruz está sobre o altar ou junto dele, é incensada antes da incensação do altar; aliás, é incensada quando o sacerdote passa diante dela. O sacerdote incensa as oblatas com três ductos do turíbulo, antes de incensar a cruz e o altar, ou fazendo, com o turíbulo, o sinal da cruz sobre as oblatas." A forma acima dita, o sinal da cruz sobre as oblatas ,é feito da seguinte forma em duas partes. Tal rito constava no cerimonial tridentino, sendo reintroduzido no missal de 2002 pelo Papa João Paulo II:
a) Em forma de cruz, com 3 cruzes, dizendo as respectivas fórmula:

" 1. INCENSUM 2. ISTUD 3. A TE 4. BENEDICTUM 5. ASCENDAT 6. AD TE, DOMINE "

b) Em forma de círculo com 3 círculos, com as fórmulas:
"7. ET DESCENDAT SUPER NOS 8. MISERICORDIA 9. TUA"



e) Após a incensação no ofertório, turiferário, naveteiro, um diácono (se existirem vários) e ceroferários se dirigem para a porta da igreja. Ao entoar do Sanctus, entram na na igreja em direção ao altar na seguinte ordem: cerimoniário, naveteiro e turiferário, ceroferários dois a dois, diácono. Chegando ao presbitério ficam de pé, sem subir nele ficando na seguinte ordem, da esquerda pra direita: cerimoniário, ceroferário(s), turiferário, diácono, naveteiro, ceroferário(s). Ajoelham-se na epíclese e ficam ajoelhados até o fim da oração eucarística. Saindo enquanto se canta "Amém". Saem na mesma ordem que entratam.
Os ceroferários podem ser 6, 4 ou apenas 2. Podem ainda ausentar-se. Caso o diácono não possa incensar, o turiferário toma o seu lugar ao centro.





Liturgia das Horas
"Na liturgia das horas pode-se usar incenso nas Laudes e Vésperas, quando celebradas solenemente. Durante o canto evangélico incesa-se o sacerdote, o altar e o povo."
Na falta do diácono para incensar o sacerdote, ao altar e o povo, fá-l0 um acólito.

A incensação na exposição do Santíssimo Sacramento e em sua bênção será tratado em postagem própria sobre esses ritos.

Esse texto foi feito com base no Cerimonial dos Bispos, números de 84 a 98; Introdução Geral do sobre o Missal Romano, números 276 e 277, 173 e 178.

terça-feira, 23 de março de 2010

Benção Pai !


"Hoje, 19 - 03 - 2010, dia de São José, encontro-me novamente com você ! Hoje participei pela manhã de uma celebração com a ordenação de 6 novos padres !

Mas o Senhor me inspira a falar sobre uma sacerdócio que nem todo mundo percebe, sim pois sacerdócio é dar a própria vida como jesus... Falo do Sacerdócio Paternal !

São José foi Pai adotivo de Jesus mas o adotivo nem é lembrado na Bíblia. Então José era Pai do filho de Deus. Coloco-me então a imaginar a conduta de São José como pai do filho de Deus. Imagino Jesus brincando em seus braços, José Todo abobalhado com seu filho e Jesus sorrindo... Sua Mãe, Maria, ao lado e toda a Sagrada Família exercendo o Oficio Maior de todas as Famílias: Serem Felizes !

José, exemplo de Pai ! Não ensinava a Jesus o errado, mas sim aquilo que ele sabia seu jeito de homem-carpinteiro e seu jeito de homem de Deus ! Caráter de Cristão, assim defino José que com seu jeito infinito de ser Pai revelava Deus ao seu filho Jesus.

Todo Pai de Família deve se imaginar como São José pois Deus confiou a ele seus dois maiores tesouros: Jesus e Maria ! Pais ! sejam guardiões dos Tesouros de Deus que habitam e suas Casas !

São José, Esposo da Virgem e Pai do Filho de Deus !
Rogai por Nós !

(Robinho)